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Mudança no ICMS começa em janeiro
Ponto de naufrágio de todas as propostas de reforma tributária apresentadas nas duas últimas décadas, a mudança no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) começa a ser posta em prática na virada do ano. A partir do dia 1.º de janeiro, produtos importados passam a recolher 4% do imposto nas transações em que ingressarem por um Estado e forem consumidos em outro.
OESP – 06.11.2012
A íntegra desta reportagem encontra-se no site do Jornal O Estado de São Paulo.
Exportadores pedem renovação de benefício
Vinte entidades empresariais, encabeçadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), enviaram uma carta à presidente Dilma Rousseff pedindo a prorrogação de um regime de benefícios tributários para os exportadores de manufaturados.
OESP – 06.11.2012
A íntegra desta reportagem encontra-se no site do Jornal O Estado de São Paulo.
Brasil quer retomar debate sobre câmbio na OMC
Mudança no ICMS começa em janeiro
Ponto de naufrágio de todas as propostas de reforma tributária apresentadas nas duas últimas décadas, a mudança no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) começa a ser posta em prática na virada do ano. A partir do dia 1.º de janeiro, produtos importados passam a recolher 4% do imposto nas transações em que ingressarem por um Estado e forem consumidos em outro.
OESP – 06.11.2012
A íntegra desta reportagem encontra-se no site do Jornal O Estado de São Paulo.
Exportadores pedem renovação de benefício
Vinte entidades empresariais, encabeçadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), enviaram uma carta à presidente Dilma Rousseff pedindo a prorrogação de um regime de benefícios tributários para os exportadores de manufaturados.
OESP – 06.11.2012
A íntegra desta reportagem encontra-se no site do Jornal O Estado de São Paulo.
Brasil quer retomar debate sobre câmbio na OMC
Luciene
Cruz
Repórter
da Agência Brasil
Brasília
– O Brasil quer aprofundar a discussão sobre a variação das taxas de câmbio e o
impacto sobre o comércio na próxima reunião do Grupo de Trabalho sobre
Comércio, Dívida e Finanças da Organização Mundial do Comércio (OMC), prevista
para ocorrer no fim do mês. O país enviou novo comunicado aos membros da OMC
sugerindo o tema e pretende, assim, driblar a resistência ao assunto entre as
20 maiores economias do mundo.
Em
nota, o Ministério das Relações Exteriores informa que o objetivo brasileiro é
“balizar as discussões e dirigir o seu foco para o papel específico que a OMC
poderia desempenhar na correção dos efeitos de distorção do comércio provocados
por desalinhamentos cambiais significativos e duradouros.” O documento também
reforça a posição do Brasil em contribuir para a implementação do programa de
trabalho aprovado pelos membros.
O
governo brasileiro endossa a campanha pelo fortalecimento do real e de outras
moedas em relação ao dólar, depois que as mudanças cambiais começaram a afetar
diretamente a competitividade das exportações nacionais. O documento destaca
“que os dispositivos e os mecanismos atuais são insuficientes, em vista da
dimensão e do tipo de volatilidade que atinge as moedas no século 21.”
Além
disso, o comunicado reforçou “que é necessário rever dispositivos que tratem da
variação cambial, visto que a OMC está desprovida de meios efetivos para fazer
frente aos desafios impostos pelos impactos comerciais das assimetrias
cambiais, tanto no plano macro quanto microeconômico”.
Dessa
forma, discute-se que alguns países estariam desvalorizando suas moedas visando
a vencer a competitividade de forma artificial. Segundo o governo brasileiro, a
OMC não possui mecanismos “adequados” para lidar com as “forças e políticas que
causam tais oscilações”. Em contrapartida, a organização internacional é a
“instituição adequada para lidar com seu impacto comercial”. O Brasil espera
que os membros da OMC permaneçam comprometidos com a continuidade do debate
sobre o tema.
Edição:
Carolina Pimentel
Agência Brasil – 05.11.2012
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