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Superávit da balança
comercial de setembro é 17% menor que o resultado do ano passado
Luciene Cruz
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 2,557 bilhões em setembro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o resultado é fruto de exportações no valor de US$ 19,999 bilhões e de importações equivalentes a US$ 17,442 bilhões.
Luciene Cruz
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 2,557 bilhões em setembro. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o resultado é fruto de exportações no valor de US$ 19,999 bilhões e de importações equivalentes a US$ 17,442 bilhões.
Mesmo
com o valor superavitário, o resultado é 16,8% inferior ao registrado em
setembro de 2011, quando a balança apresentou saldo de US$ 3,072 bilhões. De
janeiro a setembro, a média diária dos embarques externos ficou em US$ 1,053
bilhão. Houve uma queda de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2011.
Nas
importações, a média registrada por dia útil é US$ 918 milhões, no acumulado do
ano. O valor é 4,9% menor que o da média registrada na mesma base de comparação
do ano passado. Houve queda principalmente nos gastos com combustíveis e
lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, veículos, automóveis e partes,
adubos e fertilizantes, e farmacêuticos.
No
acumulado do ano, o superávit comercial soma US$ 15,727 bilhões – resultado da
diferença entre as vendas externas de US$ 180,597 bilhões e compras de US$
164,870 bilhões. Houve queda de 31,8% em relação ao mesmo período do ano
passado, quando o saldo comercial somou US$ 23,059 bilhões.
A
redução nas exportações é atribuída ao decréscimo nas vendas externas de
semimanufaturados (-15,6%) e básicos (-7,9%). No caso dos semimanufaturados,
houve queda, principalmente, em ouro, óleo de soja em bruto, alumínio,
ferro/aço, açúcar e celulose. Em contrapartida, houve aumento nos embarques de
manufaturados ante setembro do ano passado, principalmente, óleo combustível
(+183,7%).
De
acordo com o ministério, no caso das importações, caíram os gastos com
combustíveis e lubrificantes (-25,6%), matérias-primas e intermediários (-3,6%)
e bens de consumo (-1,9%). Compras de bens de capital registraram aumento de
9,3%.
Edição: Lana Cristina
Agência Brasil - 01.10.2012
Edição: Lana Cristina
Agência Brasil - 01.10.2012
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